Eu nunca domei ninguém
Porque amo a liberdade
Fazer a mulher refém
É um amor com maldade!
Mas tu ficas à vontade
Se gostas de amar assim
Me prende no teu jardim
Para sentir o teu cheiro
E serei o jardineiro
Desse teu canteiro de amor!
Cultivarei tua flor
Com o gosto dos meus lábios
Experientes e
sábios
Não a deixarão murchar
Porque existe no meu rio
Água que chega ao teu mar
E aceita o desafio
De o teu sal adoçar!
Mas jamais irei domar
O teu amor infinito
Mas confesso que acredito
Nessa paixão sem ter fim
Que em teu peito perdura
Donde emana essa ternura
Que já chegou até mim!
Fernando dos
Santos
26/8/2002